O Samsung Galaxy Note é um dispositivo que gera controvérsias: dá para amá-lo e odiá-lo em poucos minutos de uso. É o aparelho Android mais rápido do mercado hoje, com recursos multimídia incríveis, mas nos leva a questionar se é mesmo um smartphone? Ou é um tablet?
O termo “foblet” (fone+tablet) me parece mais eficaz e joga o Galaxy Note para um novo nicho, mais específico e focado no público-alvo. No meu ponto de vista, o comprador potencial do aparelho é artista/desenhista/quer-ser- artista ou que toma notas compulsivamente em um caderninho (jornalistas? advogados?).
Para o consumidor médio, não vejo como a escolha certa – a própria Samsung tem aparelhos com formatos mais amigáveis à mão humana (como o Galaxy S II, por exemplo). Não vou me alongar aqui na descrição do hardware do Galaxy Note: já fiz um extenso hands-on com o aparelho e, como é um dispositivo diferente da maioria dos demais, prefiro dividir este review em dois tópicos essenciais: motivos para amar e odiar o Galaxy Note.
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Fonte: ZTOP

